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Temporada de furacões 2018 começou em 1º de junho


 

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A temporada de furacões já começou e deve se estender até 30 de novembro. Nós que vivemos na Flórida sabemos o quanto é necessário estar atento e preparado para qualquer alerta do Serviço de Meteorologia sobre a formação de uma possível tormenta.

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Aliás, este ano houve uma antecipação da temporada com a formação da tormenta subtropical Alberto no final de maio que provocou muita chuva em sua passagem pela Flórida, mas causou estragos em Cuba, onde deixou quatro mortos e continuou seu rastro úmido até Michigan no norte dos EUA, onde se dissipou.

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Pois é, pessoal, viver aqui é estar o tempo todo de sobreaviso para cobrir as janelas com tapumes, pagar para instalar vidros à prova de furacões na janelas ou colocar sistema de shutters (protetores de metal que são acionados quando há ameaça de furacão), além de sair às compras em busca de lanternas, coolers, madeira, baterias e outros itens fundamentais para enfrentar o período após a passagem da tormenta que normalmente causa queda de energia. Esta semana o governo está até mesmo isentando os consumidores do pagamento do imposto sobre a venda (sales tax) para quem comprar estes produtos.

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Dentro dessa operação, é preciso também ir ao supermercado e adquirir víveres não perecíveis a fim de suportar os longos dias sem geladeira nem freezer. O gelo ajuda a amenizar um pouco as agruras, mas, com altas temperaturas e exposto ao meio ambiente, dura pouco e logo se transforma em água. Só quem viveu esta epopeia sabe o quanto é duro estar em casa e ouvir o sibilar dos ventos cortantes assustando as pessoas dentro das casas e dos abrigos.

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As previsões para esta temporada são animadoras. O Centro Nacional de Gerenciamento Oceânico e Atmosférico (NOAA, na sigla em inglês) prevê que a costa leste dos Estados Unidos, banhada pelo Oceano Atlântico, deve registrar entre 10 e 16 tormentas, das quais 4 a 9 podem tornar-se furacões de Categoria 3 – ou seja, quando os ventos atingem 74 milhas (119 km) ou mais. É um número menor do que registrado no ano passado.

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O pico da temporada geralmente ocorre em agosto e os furacões são formados quando um grupo de tempestades se alimenta das águas quentes e da umidade do oceano. O ar quente então sobe para formar mais tormentas e é substituído pelo ar circundante.

Na parte de baixo, todo este ar sobe, e assim se desenvolve a baixa pressão. A tormenta continuará a crescer desde que haja três ingredientes importantes: temperatura da água acima de 79 graus Farenheit (26 graus Celsius), mar aberto sem empecilho, como ilha, por exemplo, e alta pressão acima da tormenta. A combinação de ventos de alta velocidade dentro da tormenta, o movimento de avanço da tormenta e o recrudescimento dela podem levar a um furacão desastroso.

Os furacões são divididos por categorias.

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Categoria 1: Ventos entre 74 e 95 mph (119 a 152 kph), que podem danificar casas, árvores e linhas de transmissão de eletricidade.

Categoria 2: Ventos de 96 a 110 mph (154 a 170 kph). Esses ventos podem arrancar grandes árvores, causar sérios danos às casas e levar ao corte de energia que pode durar de alguns dias a uma semana.

Categoria 3: Com ventos de 111 a 129 mph (178 a 207 kph), Categoria 3 é considerado um furacão de grande porte. Pode provocar danos devastadores, e deixar a população sem água e energia por várias semanas.

Categoria 4: Com ventos variando de 130 a 156 mph (209 a 251 kph), furacões de Categoria 4 trazem danos catastróficos às casas, árvores e linhas de trasmissão de energia e podem tornar os locais inabitáveis.

Categoria 5: Cinco é a categoria mais forte com ventos alcançando ou soprando a 157 mph (252 kph). Esses furacões causam danos de incomensuráveis ao destruir completamente prédios e casas e transformar as áreas em locais sem condições de se viver.

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Sobre Tozzi (112 artigos)
A class of 1979 graduate from FAAP with over 30 years’ experience, he has also worked for 5 years for Grupo O Estado de S.Paulo/Jornal da Tarde, all the while also freelancing for publications such as Exame, and magazines such as Grupo Ideia, editora da IstoÉ, e Química e Derivados, da editora QD. In the media relations world, he worked for Burson Marsteller in São Paulo, one of the sector's most highly regarded companies wherein he held the title of Gerente de Imprensa and fulfilled the job function of coordinating the activities of his fellow colleagues. In the United States, he has become known as one of the nation’s top Portuguese-speaking journalists having in his curriculum the experience of being editor-in-chief of such publications such as Florida Review in Miami and AcheiUSA in Broward. Furthermore, in South Florida, he collaborated on the journal, O Estado de S.Paulo, with the radio station CBN, and was editor of Sony magazine’s Portuguese branch. His work in television includes CBS Telenotícias, which provided Brazil with journalistic information and PSN, a sports station, wherein he produced the tennis broadcasts. Finally, he also worked for RIT TV as a director of journalism. He worked as a color commentator for NBA games, which are broadcast live to Brazil via TNT (Canal Space Brasil) and also a weekly contributor to the website Direto da Redação. He is a translator who counts on a client base which includes the likes of Motorola, Wacom, and ViewSonic among others.

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